Archive for 30 de setembro de 2011

Quatro em cada dez brasileiros usam mídias sociais

Entre eles, 27% costumam usá-las para pesquisar uma marca e 17% recomendam marcas

(foto: Reprodução/Site)

De acordo com pesquisa realizada pela GfK, 4ª maior empresa de pesquisa de mercado no Brasil e 4º maior grupo mundial do setor, 43% dos brasileiros costumam usar mídias sociais como Orkut, Facebook, Twitter e Youtube, entre outros. O levantamento mostra também que 53% das pessoas das classes AB utilizam mídias sociais, enquanto que nas classes CD os usuários não passam de 33%. O uso de mídias sociais está ainda diretamente relacionado à faixa etária: quanto mais jovem, maior a porcentagem de usuários.
“Embora o uso de mídias sociais tenha crescido no Brasil, o estudo constatou que a utilização ainda é restrita, sendo o número de usuários maior entre as pessoas com maior nível socioeconômico e entre os mais jovens (de 18 a 34 anos)”, comenta Cynthia Vieira, Diretora da Área de Business & Technology da GfK.
O estudo da GfK ouviu, em julho deste ano, 1.000 pessoas, a partir dos 18 anos, de nove regiões metropolitanas (Porto Alegre, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Recife, Fortaleza, Belém) e de três capitais (Brasília, Goiânia e Manaus).
A pesquisa buscou ainda identificar o interesse e a interação das pessoas em relação a marcas nas mídias sociais. Entre os usuários das mídias, 27% costumam usá-las para pesquisar uma marca e 17% usam as ferramentas para recomendar uma marca. Já as críticas ou elogios têm a mesma quantidade de citações, com 4% cada.
O estudo revela que 52% dos entrevistados acreditam pelo menos algumas vezes nos comentários que veem ou leem sobre uma marca nas mídias sociais, sendo que quanto mais jovem o consumidor, maior o nível de confiança nos comentários nas redes.
A pesquisa abordou também o quanto os comentários negativos nas mídias sociais podem influenciar a opinião dos consumidores. Ao ler comentários negativos sobre uma determinada marca nas mídias sociais, 73% dos entrevistados não mudam de opinião, mas buscam saber se os comentários são verdadeiros.
Tempo de redes sociais —  De acordo com uma pesquisa feita pela empresa de análises de mercado Experian Hitwise, os brasileiros ficam, em média, 18 minutos e 19 segundos por sessão navegada no Facebook, que é relativamente pouco se comparado ao líder, Cingapura, onde  eles assam 38 minutos e 46 segundos por sessão na rede social, seguidos da Nova Zelândia, com 30 minutos; Austrália, com 26 minutos; Reino Unido, com 25; e EUA, com 20 minutos.
Mas o Brasil aparece em primeiro lugar em um outro ítem da pesquisa. De todos os acessos à internet aqui no Brasil, 18,9% são direcionados a redes sociais, seguido de Cingapura, com 16,4%, EUA, com 15,4% e Índia e Nova Zelândia, com 14% e 13,9% respectivamente. “Em alguns aspectos, as redes sociais não têm limites em fazer do mundo um lugar menor. Saber o market share que as redes sociais têm em cada país e o nível de uso é a chave para o sucesso de atuação nestes ambientes”, explica Ankur Shah, CEO e co-fundador da Techlightenment, empresa do grupo Experian.

CADA UM NO SEU LUGAR

Usuários
Refere-se às pessoas cadastradas em uma rede social. Uma conta, um usuário.

Pessoas com acesso
Termo usado pelo Ibope para se referir à quantidade de pessoas que têm a possibilidade de entrar na internet em casa ou no trabalho.

Usuários ativos
Termo do Ibope para pessoas que efetivamente acessaram a internet em certo período.

Usuários ou visitantes únicos
Pessoas que acessaram um domínio em um período de tempo. Não importa quantas vezes a mesma página foi aberta pela mesma pessoa, só conta uma vez. É uma medida de audiência.

Pageviews
Ou visualizações de páginas é o total de vezes que uma página ou um domínio foi acessado em um período de tempo. Se uma mesma pessoa entrar em um site cem vezes em um mês, serão contados cem acessos.

Pessoas com acesso
Termo usado pelo Ibope para se referir à quantidade de pessoas que têm a possibilidade de entrar na internet em casa ou no trabalho.

Fonte: http://www.bemparana.com.br/index.php?n=192152

Mudanças no Orkut, e novas ferramentas Google!

A nova página do Orkut, vai reunir todas as citações e respostas ao usuário em um único lugar, assim como já acontece na Google +, e no Facebook.

A Google anunciou a nova funcionalidade no Orkut que passa a reunir todas as citações feitas a cada usuário em uma única página. A ferramenta, chamada de “Conversas“, vai mostrar os novos scraps, respostas e comentários enviados, o que inclui notificações em vídeos compartilhados e em fotos em que o usuário comentou.

Além disso o Orkut vai implantar uma marcação nos itens que o usuário ainda não leu através de um pequeno ícone ao lados links “conversas“, “lembretes” e “scraps“. A partir destas modificações, o Orkut vai abandonar a faixa amarela que aparecia no topo da página inicial mostrando os lembretes.

A rede social também vai mostrar comentários recebidos nos scraps que cada usuário enviou, que poderão ser vistos na página de “conversas”. As novas funcões anunciadas, reforçam que a Google não pretende abandonar o Orkut, após a chegada da Google+.

País assume liderança em audiência de redes sociais

O Brasil assumiu a liderança do ranking de audiência em redes sociais, segundo estudo da Experian Hitwise, o qual aponta que 18,9% dos usuários brasileiros de internet acessaram redes de relacionamento em agosto deste ano. Em segundo lugar ficou Cingapura, onde 16,4% dos internautas acessaram redes sociais, seguida por Estados Unidos (15,4%), França (15,1%), Índia (14%), Nova Zelândia (13,9%), Austrália (13,1%) e Reino Unido (12,2%).

De acordo com o relatório, o Orkut foi o mais acessado no país, respondendo por 42,88% do total de visitas a sites de relacionamento em agosto. O índice, entretanto, representa uma queda, já que em agosto do ano passado a participação da rede social do Google era de 61,61%. Por outro lado, o Facebook ampliou sua representatividade no total de acessos a redes sociais, que saltou de 3,34% para 19,71%.

Quando analisado o tempo médio gasto pelo usuário em redes sociais, o Brasil ocupa a oitava posição no ranking, com 18m19s, atrás de Nova Zelândia (30m31s), Austrália (26m27s), Reino Unido (25m33s), França (21m53s), Estados Unidos (20m46s) e Índia (20m21s). A liderança nesse quesito ficou com Cingapura, com 38m46s.


Fonte: http://www.tiinside.com.br/27/09/2011/pais-assume-lideranca-em-audiencia-de-redes-sociais/ti/241898/news.aspx

Sua carreira nas Redes Sociais

Qual é o melhor dia e horário para tuitar?

A agência de marketing visual Lemon.ly reuniu duas pesquisas, do Sysomos.com e do blog.twitter.com, e produziu um infográfico sobre o estado global do Twitter. O fato de o número semanal de posts ter alcançado a incrível marca de um bilhão já está bastante difundido, mas o interessante é saber que os melhores dias da semana para atrair seguidores são terças e quartas-feiras (que somam quase 32% do tráfego semanal), e que os períodos de maior engajamento acontecem entre 9hs e 11hs da manhã e 13hs e 15hs da tarde.

No geral, os números comprovam a rapidez da propagação da rede social: o Twitter levou apenas três anos, dois meses e um dia para atingir seu bilionésimo post; uma nova conta é aberta a cada 5,2 segundos; e, num dia médio da semana, 1.650 tuítes são enviados.

A agência também produziu uma lista dos cinco acontecimentos de maior impacto na rede e dos eventos mundiais que geraram maior tráfego entre janeiro e setembro. Veja tudo abaixo no infográfico da Lemon.ly.

Fonte: http://www.proxxima.com.br/proxxima/redes_sociais/noticia/2011/09/23/Qual-e-o-melhor-dia-e-horario-para-tuitar.html

O ‘multitasking’ está deixando você menos produtivo?

Nos dias de hoje precisamos desenvolver cada vez mais atividades!
Mas nos meio de todas necessidades do seu negócio aliando o tempo que cada dia parece mais curto, como continuar sendo produtivo!?!?!?

ShutterstockMesmo sozinhos em um escritório, provavelmente estaremos na companhia de um computador, um telefone fixo e um celular. E talvez um tablet. Ao responder a um e-mail, paramos para verificar o SMS que chegou. Conversando com alguém no telefone fixo, damos uma lida nas atualizações do Facebook ou do Twitter.

E, quando estamos na companhia de outras pessoas, por mais que tentemos garantir que estamos prestando atenção, qualquer encontro é interrompido quando o celular vibra na mesa do restaurante. Ao dividirmos o nosso foco entre várias tarefas – o chamado “multitasking” –, achamos que a produtividade cresce. Mas será que é isso mesmo? Essa foi a pergunta levantada pela americana Nancy Bistritz, diretora da agência de marketing Nurun, em uma coluna no site Mashable.

Nancy cita uma pesquisa, publicada em março na revista Psychology Today (Psicologia Hoje), que afirma que desempenhar duas tarefas ao mesmo tempo só é possível quando uma delas não exige nenhuma concentração e quando as duas envolvem processos cerebrais diferentes. Por exemplo: ouvir música e ler são atividades que comprometem partes diferentes do cérebro. Mas, se a música tem letra, você consegue reter menos informações, já que as duas ações envolvem a parte do cérebro que processa a linguagem.

Portanto, ler mensagens no celular e e-mails paralelamente a uma reunião diminui a sua atenção e capacidade de responder com sucesso aos estímulos.

Mas qual é a solução? De acordo com Nancy, para desempenhar uma tarefa com sucesso, é preciso desativar o que é desnecessário. Nem tudo é urgente – você pode desligar o celular ou fechar o Facebook por períodos mais longos. Avise os amigos e familiares que estará desconectado por um tempo, mas que responderá às suas mensagens no mesmo dia.

Na nossa corrida para ter todos os gadgets, diz a executiva, nós nos tornamos péssimos ouvintes, que não conseguem realmente se conectar com as pessoas. Portanto, estabeleça regras e trace limites. Faça uma transição lenta e tranquila entre uma tarefa e outra. Não somos programados para fazer tudo ao mesmo tempo. Quando tentamos, podemos cometer grandes erros, que irão custar caro para nós e para os clientes.

E você, leitor, o que faz para dar conta de tudo isso? Você consegue resistir à tentação e desligar pelo menos uma parte dos seus gadgets?

Fonte: http://www.papodeempreendedor.com.br/gestao/o-%E2%80%98multitasking%E2%80%99-esta-deixando-voce-menos-produtivo/

Criatividade produtiva

Se você realmente quer despertar a criatividade em sua mente, saia um pouco da sua mesa de trabalho. Segundo Ken Robinson, especialista em criatividade, inovação e pessoas, a criatividade é melhor desenvolvida em outros ambientes, como por exemplo, em balés, galerias de arte, exposições, eventos esportivos ou, até mesmo, mudando o trajeto de casa até o trabalho. Isso porque não há outra forma de estimular o pensamento criativo sem novas experiências.

Mozart Lacerda Filho, psicólogo e músico especialista em recursos humanos, acredita que a alta velocidade das transformações das empresas cria grande dificuldade de estabelecer padrões de comportamento.

Como as normas previamente estabelecidas estão cada vez mais fragilizadas devido à dinâmica do trabalho atual, há poucas garantias sobre qual será o conhecimento demandado no futuro.

Daí decorre a única solução visível: tornar os executivos hábeis e atentos para tomar decisões por si só e de maneira cada vez mais rápida. Quem ganha com isso? O pensamento criativo.

Experiências em rede

Uma vez que a criatividade está ligada ao repertório cultural e corporativo, quanto mais experiências estiverem conectadas no momento de desenvolver uma solução baseada no pensamento criativo melhor.

Ganha força, portanto, o trabalho em equipe e as relações entre os mais diferentes departamentos. Foi o que disse Robinson: “em suma, para incentivar uma cultura de inovação, deve-se reconhecer que o pensamento criativo não vem do esforço individual, e sim da colaboração, do trabalho em equipe, de combinar as ideias das pessoas”.

Lacerda credita às empresas a responsabilidade por fomentar o incremento de novas ideias, o que pode ser feito com estímulo ao desafio, ensinando os colaboradores que o problema pode e deve ser parte da solução.

Para reverter esse quadro é necessário treinamento e espaço dentro das empresas para que seja possível criar um ambiente em que o pensamento criativo, que surge naturalmente, seja valorizado e não desperdiçado.

Princípios da criatividade

De acordo com Robinson, predomina uma visão limitada de inteligência, baseada em testes racionalizados de QI. Ficam de lado, portanto, todas as outras infinitas maneiras de entender inteligência e criatividade. Seria preciso, na opinião dele, valorizar tanto as pessoas que pensam visualmente quanto as que raciocinam melhor por meio do som ou do movimento, por exemplo.

Algumas dicas podem auxiliar. Confira:

1 – Atitude: catalisadora de energia criativa e agregadora de habilidades e talentos. Ver-se como alguém criativo é passo importante para liberar a imaginação e aproveitar habilidades e conhecimentos.

2 – Desafiar suposições: temos crenças – e somos afetados pelas crenças de outras pessoas – que nos impedem de usar a imaginação e resolver os problemas criativamente. É importante identificar e listar as suposições, convenções e crenças que afetam a compreensão, análise e solução, e livrar das que não são verdadeiras ou que se tornaram obsoletas.

3 – Quebrar regras: na solução de problemas e na inovação é importante questionar as regras, especialmente quando elas aprisionam a mente a velhos hábitos e modos de pensar.

4 – Não ter medo de errar: grandes invenções raramente resultam de golpe da sorte, mas da sucessão de tentativas frustradas.

5 – Acreditar que há mais de uma solução certa: é essencial separar a fase de geração de ideias da fase de julgamento. No trabalho em equipe, deve-se ficar atento para os comportamentos que desencorajam as contribuições dos participantes, bloqueiam suas mentes e minam o espírito de equipe.

6 – Persistir: experimentar e ter alguns fracassos faz parte do processo de geração de ideias e inovação. O segredo do sucesso está na constância de propósito, em manter-se firme apesar dos percalços no caminho.

Fonte: http://www.hsm.com.br/blog/2011/09/criatividade-produtiva/

Onde as empresas erram nas mídias sociais?

Fonte: A pesquisa foi realizada em julho de 2010 e teve como respondentes os assinantes da revista e newsletter da Harvard Business magazine. Foi complementada com 12 entrevistas em profundidade.Acesse “More Than Talk: The Search for Impact and Analytics of Social Media Use” para conhecer ainda indicadores como a percepção x a profundidade de informação e os benefícios que aparentam ser ainda maiores nas redes sociais.

Como as pequenas empresas usam as redes sociais