Archive for 1 de novembro de 2011

A Origem das marcas!??!

Seria essa a origem de algumas marcas!?!?!?

Enxergar as redes sociais como um social business

Apesar de fazer parte do cotidiano, ainda há muitas formas de se analisar os resultados que são monitorados na internetPelo teor da palestra “onde achar e como fomentar apóstolos de marca para defender a sua causa?”, a plateia pôde notar a complexidade em torno do atual cenário que compõe as redes sociais. “Hoje é mais adequado utilizar o termo social business do que social media. Isso porque não é só lançar conteúdo, mas sim estruturar todo o atendimento para receber as informações que são geradas nas redes sociais. Basicamente é preciso trabalhar branding com estrutura de atendimento e inteligência”, explica um dos convidados, Alexandre Oliveira, gestor de CRM da E-life.

Além disso, é preciso considerar que nem sempre informações como “as marcas mais citadas pelos internautas” representam uma boa notícia, se for considerado apenas o ponto de vista quantitativo. “Há que se considerar também as perspectivas de negócio em torno das mídias sociais. Por isso não se pode focar apenas nos dados que são recortados pelas análises de mídia”, complementa Alessandro Lima, CEO da E-life e mediador.

Índices de negócio como branding, indicadores de desempenho, inteligência e atendimento precisam estar incluídos nessa análise, afinal o setor que cuida, por exemplo, de branding não necessariamente precisa cuidar do atendimento, se as pessoas não estiverem extremamente capacitadas para isso. “A agenda corporativa precisa estar atrelada inclusive à agenda do consumidor”, complementa Lima.

A partir dessas regras, os convidados foram unânimes ao afirmar que uma empresa só pode considerar que conquistou um fã ou apóstolo, após uma série de trabalhos realizados, dentre eles manter um relacionamento com estes fãs, por meio de retweets que valorizem a marca. Com essas informações em mãos, a empresa passa a dar um tratamento diferenciado para esse público, convidando-o inclusive para eventos e demais ações, por exemplo “Repassamos alguns contatos para toda a nossa base, dependendo do assunto, ao ponto de posteriormente conseguirmos reverter críticas negativas e fazer com que o internauta se torne nosso seguidor ou até blogueiro”, explica Nívea Morato, diretora de marketing da Citroen.

Em situações como essa é importante que o internauta se sinta valorizado e atendido, ainda que sua questão possa não ser resolvida imediatamente pela empresa. Afinal, se o teor da mensagem for negativo, a repercussão dela costuma ser maior do que se fosse positiva. E mesmo nestes casos é possível reverter a situação se houver uma atenção e cuidado por parte da empresa reclamada. “Até porque cada forma de contato recebido pelas redes sociais pode ser aproveitado, inclusive para efeito de cadastro. Às vezes pedir o twitter do internauta para preencher o seu cadastro é um forma de sabermos se ele é um cliente da nossa marca”, explica Oliveira, lembrando também que o monitoramento das redes é fundamental para identificar um apóstolo, mas que essa metodologia não vai representar muita coisa se a empresa desconsiderar o fato de que é preciso fazer um trabalho mais amplo do que isso quando se trabalhar com as redes. “O ROI neste meio não é facilmente mensurável, mas pode ser percebido por meio da influência que um comentário pode fazer sobre o poder de compra de um outro internauta”.

Fonte: http://conarec.com.br/conarec-news.html?Name=Value