Archive for 9 de novembro de 2011

SEMANA GLOBAL EMPREENDORISMOS

5 razões pelas quais seu e-commerce importa mais do que nunca

Não é novidade nenhuma dizer que um site ruim é um enorme problema para uma loja virtual. Agora imagine ter um site ruim durante o final do ano, onde as vendas representam de 20 a 40% das vendas do ano inteiro. Problema maior ainda, não é?

Amanda Dhalla, do blog Get Elastic, aponta 5 pontos que expressam claramente a importância da presença online de sua marca, agora mais do que nunca:

1 – Vendas online estão crescendo mais do que vendas off-line

Segundo a empresa de consultoria Deloitte, a previsão é de 14% de aumento em vendas em lojas não físicas, devido, principalmente, à web. Em contraste, no entanto, vendas de fim de ano são esperadas para crescer apenas 2.5% a 3% em comparação à última temporada.

Mas estudos apontam que 46,7% dos consumidores farão compras online, em comparação a 43,9% no ano anterior.

2 – Web influencia quase metade das compras off-line

Cada vez mais os consumidores estão checando informações nas lojas virtuais de varejistas antes de ir até as lojas físicas. Segundo pesquisa da Forrest Research, a previsão é de que a internet influencie 48% das compras em lojas físicas no ano de 2011.

3 – Consumidores de fim de ano pesquisa ainda mais online durante economia instável

Para realizar compras tanto online quanto em lojas físicas, consumidores estão usando a internet para fazer pesquisas e comparações de preços e disponibilidade dos produtos. Cerca de 36% do planejamento das compras de consumidores de fim de ano são feitas online – seja comparando preços, pesquisando por produtos, ou fazendo compras.

Informações do Experian Hitwise indicam que o tráfego na internet aumenta devido à economia instável, porque os consumidores pesquisam com mais cautela para esticar ao máximo o orçamento de compras.

4 – Maior fonte de inspiração para presentes é a internet

Ao começar a busca por ideias de presentes para o natal deste ano, uma pesquisa do Get Elastic mostra que 21% dos consumidores americanos buscam inspiração em varejistas online, enquanto 29% examinam lojas físicas.

5 – Consumidor que planeja gastar mais nas compras de fim de ano possui maior afinidade com canais digitais

A pesquisa do Get Elastic também descobriu que consumidores que esperam comprar produtos digitais – ebooks, música, Facebook credits, etc – estão mais propensos a aumentar seu orçamento de presentes em relação a 2010. Enquanto apenas 15% dos consumidores planejam gastar mais este ano, 30% de consumidores de produtos digitais vão gastar mais.

Outro estudo, feito pelo Steelhouse, mostra que apesar de 62% de todos os consumidores planejarem economizar este ano, 54% das famílias com renda superior a US$75 mil pretendem gastar o mesmo que o ano passado. Além disso, 32% desses consumidores de alta renda afirmam que pesquisarão online por mais tempo do que no shopping.

Fonte: http://www.doutorecommerce.com.br/5-razoes-pelas-quais-seu-e-commerce-importa-mais-do-que-nunca/

CIA admite monitorar redes sociais no mundo todo

A CIA (Agência Central de Inteligência, na sigla em inglês) admitiu que monitora redes sociais e outros canais no mundo todo atrás de possíveis ameaças à segurança dos Estados Unidos.

A revelação veio de uma reportagem da AP, repercutida pelo IDG Now!, segundo a qual a equipe de analistas observa 5 milhões de tweets diários, mais o que se passa pelo Facebook, veículos de mídia, salas de bate-papo, entre outros canais de comunicação.

O monitoramento foi iniciado por recomendação do Congresso americano após os ataques de 11 de setembro de 2001. Em 2009, decidiu-se por focar nas redes sociais depois de perceberem as reações de tuiteiros contra o regime iraniano, por conta da contestada reeleição de Mahmoud Ahmadinejad.

Os agentes estão instalados em um galpão industrial e tanto a localidade exata quanto a quantidade de pessoas que trabalham lá são informações confidenciais. A maioria deles está em Virgínia, mas há gente trabalhando no projeto em embaixadas americanas.

Eles colhem informações de blogs, por exemplo, cruzam com o que se passa no noticiário local e, dependendo do caso, até usam grampos telefônicos clandestinos. Tudo isso para saber como as pessoas do país em questão estão enxergando os EUA.

Com esse método, a CIA soube que a chamada “Primavera Árabe” estava a caminho. “Vimos que as redes sociais em lugares como o Egito poderiam tornar-se uma ameaça ao regime”, afirmou Doug Naqim, um diretor da CIA.

Fonte: http://www.adnews.com.br/pt/internet/cia-admite-monitorar-redes-sociais-no-mundo-todo.html

Jovens profissionais: como mostrar seriedade, apesar da pouca idade?

“As empresas querem pessoas que tragam novas ideias, que mostrem paixão e que resolvam os problemas”, afirma especialista Normalmente, juventude está associada à falta de experiência. Em decorrência disso, profissionais que acabam de entrar no mercado de trabalho enfrentam diversos problemas relacionados à postura profissional. No entanto, apesar da pouca idade, é possível, sim, mostrar seriedade, bastando estar atendo a alguns elementos comportamentais”.

Especialistas de carreiras lembram algumas das principais falhas cometidas pelos jovens dentro das organizações, sendo elas, atrasos, faltas sem aviso ou justificativas, falta de comprometimento, problemas de relacionamento, inflexibilidade, entre outras. A lista, no entanto, não para por ai e tais condutas podem custar o emprego do jovem.

A coach de carreira e professora de psicologia organizacional na Veris IBTA, Claudia Carraro, explica que esses comportamentos comprometem muito a imagem do profissional. Logo, se o objetivo for se apresentar como um profissional sério e que pode ser cotado para uma promoção, é preciso ter cuidados nesses pontos.

Mudando de emprego
Outro elemento que é visto de forma negativa é ter curtas experiências profissionais em várias empresas. Do ponto de vista do selecionador, Claudia explica que o objetivo é encontrar um candidato que preencha a vaga em questão e que vá ficar um longo período na empresa. Assim, se constarem no currículo do candidato passagens por várias empresas, mas com períodos inferiores a seis meses, ele poderá ser avaliado como instável.

Claudia ressalta que a troca de emprego deve ser feita com muito critério e não baseada apenas em aumentos salariais, por exemplo. Se o profissional estiver considerando mudar de emprego, pois acredita que terá mais oportunidades na nova posição ou porque o novo cargo está mais coerente com seu plano de carreia, ele tem justificativas plausíveis para a mudança. Caso contrário, é aconselhável permanecer pelo menos um ano no emprego.

Na prática, as empresas querem profissionais em que possam investir. Portanto, o selecionador vai buscar um candidato que passe segurança nesse sentido, ou seja, que esteja interessado em ficar na empresa. De acordo com Claudia, isso fica claro quando os candidatos são questionados, no momento da seleção, sobre por que mudaram de emprego com frequência.

Não espere ninguém pedir
Além de saber se relacionar, mostrar comprometimento e respeitar a hierarquia e ser pró-ativo vão contribuir de forma determinante para formar uma imagem de profissional sério. A dica é sempre tentar solucionar os problemas que surgirem e se envolver nos projetos. Isso mostra que o indivíduo quer estar ali. “As empresas querem pessoas que tragam novas ideias, que mostrem paixão e que resolvam os problemas”, afirma Claudia.

Assim, apesar da pouca idade, mostrar-se um profissional pró-ativo, trabalhando e apresentando resultados, sem que seus superiores peçam, vai mostrar que o indivíduo veste a camisa da empresa, além de saber o que quer e aonde quer chegar.

Por fim, vale lembrar que promoções levam tempo. Uma das grandes características da geração Y, dos nascidos a partir de 1978, é a falta de paciência no desenvolvimento da carreira. Muitos, após um feedback positivo, já querem reivindicar aumento salarial ou cargos mais elevados. No entanto, pontua Cláudia, “não é assim que funciona”. A impaciência é algo que prejudica a imagem, mostrando, sobretudo, falta de maturidade.

A consultora de RH da Catho Online, Daniella Correa, lista algumas dicas que ajudam os jovens a firmar uma postura séria, lembrando que “essa conquista não será da noite para o dia e sim conforme os seus gestores e colegas de trabalho forem conhecendo e confiando no seu trabalho”.

  • conhecer e adaptar-se à cultura, normas e procedimentos da empresa;
  • entender como funciona um ambiente corporativo;
  • perguntar em caso de dificuldades e trocar ideias;
  • desenvolver suas habilidades;
  • aplicar seus conhecimentos teóricos;
  • adaptar-se à rotina empresarial;
  • conhecer os processos da organização;
  • demonstrar agilidade em suas tarefas, mantendo sempre a qualidade;
  • ser pró-ativo;
  • cumprir seus compromissos sempre no prazo determinado.

Como descobrir o que falam da sua marca nas redes sociais?

Algumas empresas ainda preferem não se posicionar nas redes sociais por meio de perfis, publicação de comentários e conteúdo. Mas isso não significa que é possível estar ausente. A empresa pode não falar, mas certamente estão falando sobre ela ou sobre seus produtos na internet.

As redes sociais são um solo muito rico em informações para empresas que souberem observar, entender e aplicar o feedback do público. Por isso, monitorar as redes sociais é cada vez mais essencial para qualquer marca.

Hoje, temos disponíveis inúmeras ferramentas, pagas e gratuitas, que podem ajudar. As próprias redes sociais disponibilizam ferramentas de busca que permitem a observação e captação de comentários em tempo real. O Google inclui comentários feitos em redes sociais em seus resultados de busca. Ferramentas como o TweetDeck e o Hootsuite permitem o monitoramento de diversos perfis ou palavras-chave (lembre-se de que mesmo que o público não esteja mencionando sua marca, ele pode estar falando sobre seu produto).

Para análises mais aprofundadas, que levem em conta métricas como volume de menções, associações de palavras, mensagens replicadas, alcance das mensagens, engajamento, usuários mais influentes que interagem ou recomendam a marca, é recomendada a adesão às ferramentas pagas que, além da possibilidade de mensuração, podem garantir a coleta e o armazenamento de um número ilimitado de mensagens, provenientes de diferentes redes sociais. Para isso, eu recomendo as seguintes: Scoop, Radian6 e Social Mention.

Qualquer ferramenta, seja paga ou gratuita, não elimina, no entanto, a necessidade do olhar humano. Após coletar todas as informações e dados, olhe e analise tudo com atenção, pois neles podem estar as soluções e respostas que sua empresa procura há tempos.

http://exame.abril.com.br/pme/dicas-de-especialista/noticias/como-descobrir-o-que-falam-da-sua-marca-nas-redes-sociais

Twitter lança site para contar histórias do Twitter.

O Twitter lançou um site para contar as histórias do Twitter – o Twitter Stories. O projeto reúne histórias para demonstrar que tweets são mais do que apenas simples mensagens de 140 caracteres e podem ter um grande impacto na vida das pessoas e também ser aproveitados para alavancar negócios.

As histórias vão desde um filho que salvou livraria de sua mãe com um tweet até a do crítico de cinema Roger Ebert, que perdeu a fala após complicações em uma cirurgia de remoção de câncer e ganhou voz através de seus tweets.

O Twitter Stories tem um ideal semelhante ao Facebook Stories e até certo ponto ao Google Search Stories.

Vale a pena conhecer!
http://stories.twitter.com/

A Origem das marcas!??!

Seria essa a origem de algumas marcas!?!?!?

Enxergar as redes sociais como um social business

Apesar de fazer parte do cotidiano, ainda há muitas formas de se analisar os resultados que são monitorados na internetPelo teor da palestra “onde achar e como fomentar apóstolos de marca para defender a sua causa?”, a plateia pôde notar a complexidade em torno do atual cenário que compõe as redes sociais. “Hoje é mais adequado utilizar o termo social business do que social media. Isso porque não é só lançar conteúdo, mas sim estruturar todo o atendimento para receber as informações que são geradas nas redes sociais. Basicamente é preciso trabalhar branding com estrutura de atendimento e inteligência”, explica um dos convidados, Alexandre Oliveira, gestor de CRM da E-life.

Além disso, é preciso considerar que nem sempre informações como “as marcas mais citadas pelos internautas” representam uma boa notícia, se for considerado apenas o ponto de vista quantitativo. “Há que se considerar também as perspectivas de negócio em torno das mídias sociais. Por isso não se pode focar apenas nos dados que são recortados pelas análises de mídia”, complementa Alessandro Lima, CEO da E-life e mediador.

Índices de negócio como branding, indicadores de desempenho, inteligência e atendimento precisam estar incluídos nessa análise, afinal o setor que cuida, por exemplo, de branding não necessariamente precisa cuidar do atendimento, se as pessoas não estiverem extremamente capacitadas para isso. “A agenda corporativa precisa estar atrelada inclusive à agenda do consumidor”, complementa Lima.

A partir dessas regras, os convidados foram unânimes ao afirmar que uma empresa só pode considerar que conquistou um fã ou apóstolo, após uma série de trabalhos realizados, dentre eles manter um relacionamento com estes fãs, por meio de retweets que valorizem a marca. Com essas informações em mãos, a empresa passa a dar um tratamento diferenciado para esse público, convidando-o inclusive para eventos e demais ações, por exemplo “Repassamos alguns contatos para toda a nossa base, dependendo do assunto, ao ponto de posteriormente conseguirmos reverter críticas negativas e fazer com que o internauta se torne nosso seguidor ou até blogueiro”, explica Nívea Morato, diretora de marketing da Citroen.

Em situações como essa é importante que o internauta se sinta valorizado e atendido, ainda que sua questão possa não ser resolvida imediatamente pela empresa. Afinal, se o teor da mensagem for negativo, a repercussão dela costuma ser maior do que se fosse positiva. E mesmo nestes casos é possível reverter a situação se houver uma atenção e cuidado por parte da empresa reclamada. “Até porque cada forma de contato recebido pelas redes sociais pode ser aproveitado, inclusive para efeito de cadastro. Às vezes pedir o twitter do internauta para preencher o seu cadastro é um forma de sabermos se ele é um cliente da nossa marca”, explica Oliveira, lembrando também que o monitoramento das redes é fundamental para identificar um apóstolo, mas que essa metodologia não vai representar muita coisa se a empresa desconsiderar o fato de que é preciso fazer um trabalho mais amplo do que isso quando se trabalhar com as redes. “O ROI neste meio não é facilmente mensurável, mas pode ser percebido por meio da influência que um comentário pode fazer sobre o poder de compra de um outro internauta”.

Fonte: http://conarec.com.br/conarec-news.html?Name=Value