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Midias Sociais: Investir ou Ficar Fora?

Redes Sociais oque fazerMuito escuto dos meus cliente e alunos, questionamentos sobre estar ou não presente nas Mídias Sociais. Sobre esse assunto, gostaria de destacar 3 pontos importantes:

1 – Não deixe sua empresa vulnerável nas Mídias Sociais!
Não existe como ficar de fora! Nas mídias sociais ou você toma as rédeas do que seus clientes estão falando sobre seus produto e empresa ou perde a oportunidade de saber o que já esta sendo dito sobre seu negócio.

2 – Não se engane, as pessoas já estão falando sobre o seu negócio!
A escolha é sua, saiba o que as pessoas dizem e aproveite as oportunidades ou “tampe o sol com a peneira” pensando que seus cliente não falam de você pois você ainda não esta no facebook ou LinkedIn…

3 – Nas Mídias Sociais não basta fazer é preciso saber fazer!
Antes de começar, avalie seu mercado e concorrentes! Planeje o que você tem para oferecer e defina seus objetivos. Assim seus resultados serão mais efetivos!

Para complementar, segue um artigo bacana escrito pelo colega e amigo Guilherme Schneider e seu blog de tecnologia

Boa Reflexão!
@CarlaFalcao_

Redes Sociais – Investir nelas ou Não?

Uma grande dúvida das empresas é se e quando devem investir em redes sociais. Com as constantes mudanças e aumento do uso das redes, a empresa hoje que está de fora delas pode estar ficando muito atrás de seus concorrentes.

Porém, entrar em uma rede social sem um correto planejamento, também pode ser fatal para uma empresa. Recentemente acompanhei casos de empresas que criaram, por exemplo, perfis no Twitter, e o “esqueceram” lá e quando os consumidores tentavam interagir com a empresa através deste canal, ou não eram respondidas ou mal respondidas por algum funcionário despreparado. Fazendo uma analogia, seria o mesmo que esta empresa ativar um número de 0800, divulgá-lo e não colocar ninguém para atender do outro lado da linha, ou então “o primeiro que passar atende”.

Para ter efetividade utilizando as redes sociais, a empresa tem de ter muito claramente que tipo de interação irá querer ter com elas, como irá querer atingir seus consumidores (ou usuários) e quais canais (redes) irá utilizar para tal. Direcionar investimento proporcional a isso também é de suma importância. Ao entrar nas redes sociais, a empresa tem de ter total consciência que é um “caminho sem volta”, ou então novamente irá gerar ruído para a sua marca e reputação.

A realidade já mostra que o investimento em redes sociais traz um grande retorno para a empresa, para a sua marca e para o seu relacionamento com consumidores e público interno. Através dela é possível atingir um nível de relacionamento com seus consumidores como jamais anteriormente havia sido visto, com possibilidade de interação “online” com seus clientes e reagir a problemas na hora exata em que acontecem (lembre-se, que isso, para o bem e para o mal).

As redes podem ser utilizadas com diversos fins, como por exemplo demonstrações de novos produtos, testes com usuários e consumidores, canal de atendimento e relacionamento, divulgação de informações e tendências, “virais”, dentre outras aplicações. E cada uma das redes têm seu tipo de público e propósito, que deverá ser cuidadosamente estudado pela empresa antes de interagir com cada uma delas.

Uma nova tendência emergente, é a integração das redes sociais com ferramentas analíticas e preditivas, e também com os ERPs para que as mesmas sejam meios de melhorar as análises das empresas, geração de novas demandas de alterações de produtos, dentre outras idéias. A rede social deixa de ser somente uma via de mão única para também retroalimentar a empresa com feedbacks, opiniões e pedidos de melhorias de produtos e serviços.

Portanto, antes de se “aventurar” nas redes sociais, avalie corretamente como irá fazê-lo e busque contratar profissionais para auxiliar a sua empresa nesta atividade, sejam permanentes ou através de uma consultoria especializada.

Fonte:

http://gbcs.wordpress.com/2012/04/21/redes-sociais-investir-nelas-ou-nao/

Enxergar as redes sociais como um social business

Apesar de fazer parte do cotidiano, ainda há muitas formas de se analisar os resultados que são monitorados na internetPelo teor da palestra “onde achar e como fomentar apóstolos de marca para defender a sua causa?”, a plateia pôde notar a complexidade em torno do atual cenário que compõe as redes sociais. “Hoje é mais adequado utilizar o termo social business do que social media. Isso porque não é só lançar conteúdo, mas sim estruturar todo o atendimento para receber as informações que são geradas nas redes sociais. Basicamente é preciso trabalhar branding com estrutura de atendimento e inteligência”, explica um dos convidados, Alexandre Oliveira, gestor de CRM da E-life.

Além disso, é preciso considerar que nem sempre informações como “as marcas mais citadas pelos internautas” representam uma boa notícia, se for considerado apenas o ponto de vista quantitativo. “Há que se considerar também as perspectivas de negócio em torno das mídias sociais. Por isso não se pode focar apenas nos dados que são recortados pelas análises de mídia”, complementa Alessandro Lima, CEO da E-life e mediador.

Índices de negócio como branding, indicadores de desempenho, inteligência e atendimento precisam estar incluídos nessa análise, afinal o setor que cuida, por exemplo, de branding não necessariamente precisa cuidar do atendimento, se as pessoas não estiverem extremamente capacitadas para isso. “A agenda corporativa precisa estar atrelada inclusive à agenda do consumidor”, complementa Lima.

A partir dessas regras, os convidados foram unânimes ao afirmar que uma empresa só pode considerar que conquistou um fã ou apóstolo, após uma série de trabalhos realizados, dentre eles manter um relacionamento com estes fãs, por meio de retweets que valorizem a marca. Com essas informações em mãos, a empresa passa a dar um tratamento diferenciado para esse público, convidando-o inclusive para eventos e demais ações, por exemplo “Repassamos alguns contatos para toda a nossa base, dependendo do assunto, ao ponto de posteriormente conseguirmos reverter críticas negativas e fazer com que o internauta se torne nosso seguidor ou até blogueiro”, explica Nívea Morato, diretora de marketing da Citroen.

Em situações como essa é importante que o internauta se sinta valorizado e atendido, ainda que sua questão possa não ser resolvida imediatamente pela empresa. Afinal, se o teor da mensagem for negativo, a repercussão dela costuma ser maior do que se fosse positiva. E mesmo nestes casos é possível reverter a situação se houver uma atenção e cuidado por parte da empresa reclamada. “Até porque cada forma de contato recebido pelas redes sociais pode ser aproveitado, inclusive para efeito de cadastro. Às vezes pedir o twitter do internauta para preencher o seu cadastro é um forma de sabermos se ele é um cliente da nossa marca”, explica Oliveira, lembrando também que o monitoramento das redes é fundamental para identificar um apóstolo, mas que essa metodologia não vai representar muita coisa se a empresa desconsiderar o fato de que é preciso fazer um trabalho mais amplo do que isso quando se trabalhar com as redes. “O ROI neste meio não é facilmente mensurável, mas pode ser percebido por meio da influência que um comentário pode fazer sobre o poder de compra de um outro internauta”.

Fonte: http://conarec.com.br/conarec-news.html?Name=Value

Chega ao Brasil o Google Shopping

Indexação de produtos

O Google anunciou hoje, 19, uma ferramenta que permite comparar e buscar preços em sites de comércio eletrônico do Brasil. O Google Shopping funciona com indexação de produtos e chega para concorrer com Buscapé e Shopping UOL.

Quando o usuário busca determinado produto, resultados aparecerão na página do buscador, que sinalizará também as lojas mais próximas do consumidor. Segundo a empresa, o algoritmo determina o resultado das respostas, como no modo padrão.

Aqui no Brasil, o sistema foi adaptado. O consumidor pode ainda, em alguns casos, ver o preço parcelado.

O cadastro para varejistas é gratuito, afirma o Google. Entre as empresas que já fizeram acordos está a Nova Pontocom, que cuida das operações de Extra, Ponto Frio e Casas Bahia. O Google Shopping já possui mais de 1 bilhão de itens na base e é o maior indexador de produtos no mundo, segundo a companhia. A opção para o recurso fica na barra esquerda da página de buscas da Google.

Com informações do IDG Now!

Fonte: http://www.adnews.com.br/pt/internet/goggle-anuncia-servico-que-busca-e-compara-precos.html

Redes sociais dvm faturar USD 5,5 bi com publicidade esse ano, 10 bi em 2013

11:15 Previsao da eMarketer indica que as redes sociais vao arrecadar USD 5,54 bilhoes com publicidade este ano, mais de USD 8 bi no ano que vem e quase USD 10 bilhoes em 2013 – 52% desses 10 bi devem vir de fora dos EUA. A maioria desse dinheiro vai para o Facebook e uma parte bem menor para o Twitter, que deve faturar USD 139 milhoes com publicidade este ano. Atualmente, 6,9% do investimento global em publicidade online vai para as mídias sociais. Em 2013, esse nº deve chegar a 9,4%.

Fonte: http://www.bluebus.com.br/show/1/106612/redes_sociais_dvm_faturar_usd_5_5_bi_com_publicidade_esse_ano_10_bi_em_2013

Como as pequenas empresas usam as redes sociais


Tempos de Redes Sociais e Home Office!!

Escritorio

É fácil se organizar para trabalhar em casa? Como manter a produtividade e a disciplina? Que tipo de limites devo estabelecer?

São muitas perguntas, e talvez você encontre poucas respostas. Trabalhar em casa é uma tarefa difícil, mas não impossível.
Este guia pretende oferecer as melhores dicas para que o trabalho no ambiente doméstico torne-se uma tarefa produtiva e prazerosa.
Não tente seguir todos os pontos, mas vá incorporando-os pouco a pouco à sua rotina. Você verá que, em pouco tempo, encontrará o equilíbrio perfeito entre o trabalho e a família.

Nos últimos anos, devido à crise econômica, um número cada vez maior de pessoas decide trabalhar em casa.

Para esse grupo de trabalhadores, o simples fato de ter um escritório dentro de casa apresenta uma série de desafios. O principal é que não existe uma linha que divida o ambiente de trabalho e o ambiente doméstico, e se não soubermos traçar essa linha imaginária, a experiência pode ter um efeito negativo sobre as duas instâncias: a vida familiar e a vida profissional.

Essa linha tão frágil entre o trabalho e a família faz com que muitos profissionais misturem o tempo reservado às necessidades pessoais e familiares com o tempo dedicado ao trabalho. Portanto, é importante manter limites, o maior desafio para quem trabalha em casa.

Para estabelecer esses limites e outras práticas, tente incorporar as dicas deste Guia, de forma a atingir o equilíbrio entre o trabalho e a família.

Fonte: http://www.discoverybrasil.com/homeandhealth/sua-casa/escritorio-em-casa/trabajar_desde_casa_por.shtml